quinta-feira, 26 de março de 2026

UM AMOR PARA QUEM SABE AMAR

 

Sabe baby, eu penso que o amor seja como uma chama

Que todo dia precisa ser alimentada com carinho e atenção

E uma boa dose de compreensão

Você vive erguendo muros pra depois reclamar da solidão

Você vive chorando no escuro só pra tentar esconder sua emoção

Bota lenha nessa chama que não queima nem arde

Fogo que não é paixão

Preciso de um amor com pouca vaidade, onde impere o respeito e a lealdade

Preciso de um amor que seja antes de tudo uma grande amizade

Sabe baby, hoje acordei mais cedo só para velar seu sono

E quando acordar de um pesadelo estarei ao seu lado pra lhe dizer

Estou aqui, não tenha medo

O amor é paciente, uma paz, um bem-estar que nasce no coração da gente

Não peço pra você mudar, mas se for possível, peço que de vez em quando

Tente por um instante se colocar no meu lugar

Sossegue, meu bem, prender é cativar sem apertar

Se não quiser não precisa ficar, amor também sabe renunciar

Preciso de um amor com pouca vaidade, onde impere o respeito e a lealdade

Preciso de um amor que seja antes de tudo uma grande amizade

Preciso de um amor com pouca vaidade, onde impere o respeito e a lealdade

Preciso de um amor que seja antes de tudo uma grande amizade

Ah, meu amor! Preciso te encontrar, vê se não demora pra chegar

Preciso de um amor com pouca vaidade, onde impere o respeito e a lealdade

Preciso de um amor que seja antes de tudo uma grande amizade

Preciso de um amor com pouca vaidade, onde impere o respeito e a lealdade

Preciso de um amor que seja antes de tudo uma grande amizade







quinta-feira, 19 de março de 2026

ALIENADOS PELO SISTEMA

 POR Aldrin Marcelo Félix & Maria P. G. Albuquerque 


Lembra de quando a gente brincava de cabo de guerra?

Um grupo precisava arrastar o outro para seu lado, força contra força

Aí, os tempos mudaram, agora vence quem traz a melhor narrativa

Invasão e depredação de patrimônio público viram golpe de Estado

Grupos minoritários se tornam sagrados, viram privilegiados

Temos pais que obedecem aos filhos para não se sentirem culpados

Quem afinal deseja ser responsável por um filho traumatizado?

Favela virou comunidade e pobres bandidos! São sempre vítimas da sociedade

Coitado! Ninguém lhe dá oportunidade

Somos todos pela democracia desde que não venham querer nos proibir de praticar nossa censura, dúvida que perdura

Na minha cabeça hoje mora a confusão, como todo bom cidadão sei quais os problemas dessa nação, mas para a narrativa do sistema você e eu somos o problema, não nos querem nas suas decisões

Na minha cabeça mora a confusão, é cada um por si ou todos por um?

Sistema que corrói, destrói, só traz insatisfação e confusão
As pessoas aí separadas, brigando, divididas em grupos
Achando que virá um salvador para sanar seus problemas capitais
Tudo mentira, enganação, manipulação, o povo usado como bucha de canhão
Deles só resta a ostentação, a dominação, o poderio psicológico da nação
Usurparam as nossas decisões, cadê a nossa liberdade de opinião?
A massa está adormecida, na inércia total, seu papel terceirizado
Os tolos estão aí submetidos à dependência de um Estado, independência já era!
E o futuro? O que resta? É cada um no seu quadrado, ou ficar fora da caixa?
E aí a pergunta que fica, é cada um por si ou todos por um?

Na minha cabeça mora a confusão 





domingo, 15 de março de 2026

HOMENAGEM PELA OCASIÃO DO MEU ANIVERSÁRIO DE 50 ANOS

 POR Anna Lucia Gadelha & Maria P. G. Albuquerque 




Com suas palavras, um universo a criar,

Nos ensina a sonhar e o mundo a enxergar.

Oh, amigo, professor, escritor,

És a nossa inspiração, nosso farol.


Revela-se com precisão e exatidão 

Alguém que constitui a vida com afeição 

Emerge um novo ser a cada alvorecer 

Inspirar e elucidar é uma dádiva a exercer


No rastro da pena, o saber se semeia,

Coragem que flui e a mente clareia.

Mestre dos versos, artesão do saber,

Eterniza no tempo o dom de aprender


Aldrin é o seu nome, homem determinado.

Percebe a beleza da vida construindo um legado

Seus princípios e valores não abre mão 

Sabe a hora certa de ceder e dizer um não.


Anna e Maria, recebam o meu abraço carinhoso com a minha eterna gratidão. 

sexta-feira, 13 de março de 2026

NOS CAMPOS DE MARTE

 O deus da guerra dispersa suas tropas para o combate

comprando vidas e conquistando crianças

com os seus jogos belicosos. 

O deus da guerra as armam de ódio

O deus da alta tecnologia quer o poder, poder efêmero, 

e este nunca o satisfaz. 

O deus da guerra nos obriga a cantar seus hinos

que exaltam a intolerância e a violência.

O Senhor das armas quer recrutar nossos filhos

Eu vejo flores mortas nos campos de Marte pisoteadas pelos soldados 

que odeiam a sua beleza delicada

O deus da guerra quer o medo, o caos e a dor

Tristes homens que chamam o irmão de inimigo

O grande general nos convenceu a vencer, no entanto,

ele não está apto a perecer sob as armas dos algozes.

O deus covarde entrega seus exércitos ao abandono

depois de ter-lhes insuflado coragem.

Mas o deus da guerra está acostumado a sair

quase sempre como o vitorioso nos combates;

suas vitórias têm o amargor das mais fragorosas derrotas,

porque a guerra mais justa é injusta.

E ao cair repentino da tarde, 

há grande desolação nos campos de Marte.

Eu vi as flores sendo pisoteadas

Ah, éramos crianças armadas até os dentes

lutando numa guerra que não era nossa. 




quinta-feira, 5 de março de 2026

VIRA NOITE ÁFRICA

 

Viro a noite na dança, o meu corpo balança

Tô inteiro na festa, a mente não cansa

O meu corpo não reclama, vem sentir minha energia

Já é alta madrugada e o meu corpo não para

Dança, dança, dança, meu irmão, vem dançar

Dança, dança, dança, minha irmã, vem ficar

Viro a noite, troco o disco, novos passos vou arriscar

O corpo é instrumento do prazer, a mente é a vontade que sustenta

O Sol já tá nascendo com suas incertezas

Não vejo o horizonte em plena luz do dia

Mas a noite posso ver o que ninguém vê

Meus olhos se abrem na escuridão

Deixa eu curtir, deixa eu amar

Tenho sangue nas veias, vida a pulsar

Gosto do cheiro da noite, porque se não tenho cão

Caço como gato, aí, fique esperto, fuja dos ratos

Dança, dança, dança, meu irmão, vem dançar

Dança, dança, dança, minha irmã, vem ficar

Viramos a noite pra dançar

Gida, gida, gida, mfowethu, woza uzogida. Gida, gida, gida, dadewethu, woza uzohlala.

Dança, dança, dança, meu irmão, vem dançar

Dança, dança, dança, minha irmã, vem ficar

Viramos a noite pra dançar




AQUECENDO O CORAÇÃO

 POR Aldrin M. Félix, Anna Lucia Gadelha , Maria P. G. Albuquerque  Acredite, juntos vencemos a escuridão Se cada gesto trouxer um pouco d...