Descansa a tua cabeça pesada em meu colo
E estejas certa de que a tormenta passará
São tantas as lutas que suportas no presente,
Que as lágrimas já não podem ser represadas.
Sou teu homem, teu amado, teu amigo irmão
Sou aquele que não vês, mas não desejas perder
Sou o bardo que te faz feliz e sonhar.
Não sou teu senhor, teu verdugo e marido.
Sou tudo o que podes querer, que queres ter.
Sabes que não posso restituir tua liberdade
Que se faz necessária à tua pouca castidade
Do amor queres se lambuzar, fartar-se do mel.
És um ser generoso que não nasceste para o cativeiro,
E hás de reconquistar a liberdade por ti mesma.
Quanto a mim, sigo te amando plenamente,
Ora te apoiando, ora me entregando.
Vem comigo, baby, ver o Sol nascer
Para nós há de surgir um alvorecer.
Tudo o que se tem
Tudo o que se quer
Para um homem apaixonado
O amor de uma mulher
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